Felipe Garcia de Medeiros/Poesia Brasileira/Poesia Rudinei Borges

para um demÔnio chamado Felipe Garcia

Meu mestre, vejo você & muitos poemas numa conjugação de assombrações & ternura esculhambada. Tenho medo de poetas como você. Demônios que vagam de dia. Estes são os piores. Dão a cara a tapa. Cortam o pulso. Meu Deus, meu irmão, não posso perdê-lo de vista. Você me anima a continuar com o verso. O que você escreve, principalmente quando atordoa os clássicos, quando colhe na terra deles o que há de sagrado & volta ao ar com novas transfigurações. Gosto do que há de novo em você: nome de poeta arcaico novo-novo. É hora de criarmos algo juntos. Algo realmente sério. Voltamos à poesia-fragmento ou outro nome. O que voltará ou não. Amo-te, meu demônio.

Cartícula a Rud.

(poema de Felipe Garcia)

Parnamirim,
07 de setembro
de 2011, a fim
de ser membro
da poesia real –
Felipe, afinal.

Os poemas,
uns com rima
e outros sem,
na Rua Sétima
(vários temas)
Rudinei, tem
lavoura, síria,
aves/mulheres,
forma e poesia.
O que queres,
meu camarada,
o que pensas?
Sem você, co-
mo seria a po-
esia brasileira?

PS.: tão densas
são as paisagens
onde há poesia…
Não só queira
o que tu já tens.

E, para os bens
desta família –
o Felipe envia
para ti, alegria.

O Blog do poeta Felipe Garcia: http://3gultimageracao.blogspot.com/

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s