Os olhos do menino-satã

Primeiras notícias: “Os olhos do menino-saathan”

Há uma espécie de pausa previsível quando começamos a escrever um poema muito grande. Faz um mês que não escrevo uma linha para “Os olhos do menino-saathan”: o meu poema-confissão. Vou chegar a 50 páginas. Só me preocupo porque há cinco anos deixei inacabado o poema “Carne Hostil”: o meu poema confissão-social. Nunca mais voltei àquelas páginas. Mas, agora, preciso voltar às dores, risos e libertinagem do “menino-saathan. O poeta precisa ser insistente.

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