Dorothy Stang

Dorothy Stang

Dorothy Stang foi morta em fevereiro de 2005, aos 73 anos, alvo de seis tiros, em uma estrada de terra perto de Anapu [750 km de Belém, Pará], por denunciar a grilagem e o desmatamento ilegal. Cinco pessoas foram condenadas pelo crime.

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Após 15 horas de julgamento no fórum de Belém (PA), o fazendeiro Vitalmiro Bastos de Moura, o Bida, foi condenado a 30 anos de prisão inicialmente em regime fechado, na noite desta segunda-feira (12), por ter encomendado a morte da missionária Dorothy Stang, em 2005.

Segundo aqueles que conheciam Dorothy Stang, seu maior sonho – que em parte estava materializado na luta pelos projetos de desenvolvimento sustentável – era que os trabalhadores rurais conquistassem o direito a um pedaço de terra para cultivar. Os amigos a viam como uma mulher destemida. Toinha define Dorothy como “uma força de mulher comprometida com a justiça, com as causas sociais, com o meio ambiente e com um desenvolvimento responsável”.

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