Poesia Rudinei Borges

Livraria da Esquina


Todos os dias separo os horizontes,

Arrasto as portas,

Conto os meus dedos

Como o herói  mais fajunto desta rua.

Sou uma multidão.

Uma estranha multidão

Na livraria da esquina.

Sou esta arma cálida

Disposta a atirar.

Esboço de poema. Escrevi numa quarta-feria de novembro antes da meia-noite na Livraria da Esquina durante a apresentação das bandas “Volver” e “Madame Saatã”.

Barra Funda. São Paulo. SP

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