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Poema

por Rudinei Borges

Tenho saudade ínfima infinita
Não sei de quem
Não sei de que
Agora você dorme

Tenho saudade de um rosto perdido
Numa rua que dá com o Viaduto do Chá
Um rosto ofuscado embassado
Um rosto sem nome
Ninguém

(Vai até aí. Não sei o que escrever)

Noite de 20. 10. 2009

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