Literatura

Como a relva eu amo as tardes

E perco o medo como as borboletas

E germino a vida como o húmus

Como a aurora abro os galhos das palmeiras

E vejo a inteireza do vale

Furtando o meu semblante

E me levando ao manancial

(Não sei quando escrevi. Há um exagero no gerúndio).

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